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    Quebrando o tabu
     Depressão. Bipolaridade. Esquizofrenia. Essas e muitas outras doenças ainda constituem tabus na vida de muitos brasileiros,não sendo nem comentadas na sociedade. Porém, isso não acaba saindo impune, doentes acabam hostilizando-se e evitando buscar tratamento por medo da reação dos outros. De fato, precisamos colocar em pauta tais polêmicas, abrindo espaço para um debate democrático e assim quebrar tabus.
     Num primeiro momento, vale dizer sobre um caso recente exibido na mídia, um homem, dado como "normal" pela sociedade ,assassinou sua esposa e filhos e suicidou-se, depois alegaram que já apresentava sinais de insanidade. Essa situação gera a reflexão sobre quantas pessoas podem estar enfermas mentalmente, porém ignoram os sinais ou nem percebem, e isso pode gerar consequências desastrosas como a dita acima. Logo, é fundamental que trabalhe-se a ideia de buscar ajuda neurológica especializada quando começar a aparecer os primeiros sinais.
     Além disso, cabe ressaltar a visão da sociólogo Durkhein , o qual afirmava que a sociedade era um organismo vivo e como isso vem sendo perdido,como diria outro sociólogo, Z. Bauman, através da liquidez das relações humanas da atualidade. Em vista disso, o Homem tem buscado tanto seu sucesso profissional que tem deixado de lado seu lado humano e volatizando-se, levando que ocorra diversas mazelas mentais por negar sua essência biológica. Assim, aumentando exponencialmente seus problemas psicológicos. 
     Destarte, depreende-se que precisamos , energicamente, discutir sobre os problemas mentais. A fim de realizar tal ação o Executivo Federal, por meio do Ministério da Saúde, deve criar núcleos de atenção psicológica primária, fornecendo profissionais qualificados e estimulando um tratamento baseado na comunicação. Outrossim, o binômio escola e família devem somar esforços para tratar sobre esse assunto, através de mesas redondas, palestras e conversas, para quebrar os paradigmas e tabus.