A necessidade de debater as doenças mentais

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    No mundo contemporâneo onde a pressão sobre as tarefas diárias são cada vez maiores, o índice de doenças mentais também tornaram-se mais frequentes. Porém, as pessoas que apresentam sintomas de depressão, transtorno bipolar, ou ansiedade por exemplo, nem sempre conseguem atendimento, tratamento e apoio familiar como deveria ser, uma questão alarmante que precisa ser revertida para devolver a qualidade de vida desses indíviduos.
          Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), mais da metade da população sofre com alguma doença ou transtorno mental, agravando-se pelo fato não possuirem diagnóstico e tratamento adequado pelo SUS (Sistema Unico de Saúde), visto que em muitos munícipios do país não existe sequer uma únidade de saúde capacitada para receber e orientar pacientes com esses sintomas.
          Ademais, a psicofobia que é o preconceito por pessoas com doenças mentais, que além de ser um crime, negligência e dificulta um pedido de ajuda ou o tratamento de uma pessoa com os sintomas de depressão por exemplo, sendo necessário conscientizar e desconstruir esse comportamento, considerando que nesses casos o apoio familiar e social  é imprescindível para que haja superação.
        Sendo assim, o Ministério da Saúde deveria encaminhar recursos para implantar Caps (Centro de Atendimento Psicossocial) em cidades sem acesso a esse atendimento, além de melhorar a qualidade do serviço prestado pelas unidades de saúde de todo o país em parcerias com ONG´s e profissionais da área, a fim de agilizar o diagnóstico e a recuperação desses pacientes para que possam voltar suas rotinas com mais qualidade de vida. Junto a isso, o Governo poderia realizar campanhas educacionais por meios de comunicação buscando conscientizar a população que as doenças da mente tem tratamento e que precisam ser vistas com respeito. Dessa forma, gradativamente podemos reverter mais esse mal do século.