A necessidade de debater as doenças mentais

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    As doenças tornou-se um grave problema do século XXI, em detrimento de uma época em que pessoas não conseguem lidar com o fracasso e são cobrados para serem melhores naquilo que fazem o tempo todo. Contudo, pouco se é debatido e solucionado sobre as doenças mentais que uma vida assim pode causar, em função da banalização dessas doenças no Brasil. Por isso, dentre os fatores que intensificam essa banalização pode-se destacar, as bandeiras de mau gosto feitas na internet sobre essa doença e a falta de auxílio para os brasileiros que possuem alguma dessas doenças.
     Com isso, instituições públicas que auxiliam pessoas portadoras de doenças mentais é quase inexistente no país. Claro que salva as exceções há o Disque 141, que ajuda pessoas portadoras de depressão, todavia outras doenças como a esquizofrenia não tem nenhuma iniciativa pública de qualidade que ajude o portador da doença a conviver com isso, pois a esquizofrenia não tem cura. Além disso, pessoas que possuem essas doenças e principalmente a esquizofrenia são tratados com preconceito no âmbito social. Como visto no filme "Uma mente brilhante" em que o personagem principal sofre preconceito pelos acadêmicos de economia, por ter esquizofrenia. 
     Além disso, para deixar o combate contra as doenças mentais mais difícil, pessoas que possuem canais no Youtube ou páginas no Facebook. Fazem chacotas dessas doenças, transformando-as em "memes" ou vídeos virais que causam rizo para aqueles que não possuem essas doenças, e tristezas para aqueles que as possues. Pois, um lugar como a internet que em teoria ou para todos interagir e se entreter, torna-se um ambiente de exclusão e preconceito. Um exemplo disso, é visto em páginas do Facebook como "Futebol da depressão", "Escolas da depressão" e "Faculdade da depressão".
     Portanto, para que a banalização das doenças mentais deixe de ser uma realidade no Brasil. É necessário que órgãos como o "Ministério da Saúde", combate mais profissionais para o atendimento dos portadores dessas doenças em hospitais públicos e justamente com profissionais de Software, crie um aplicativo em que pessoas que não tem tempo de ir ao médico, passam a consultar qualquer médico por esse aplicativo tornando-se uma rede social do bem. Além do que, os presidentes de sites como Youtube e Facebook criem páginas ou vídeos que explanem mais sobre essas doenças de forma positiva, promovendo debates entre profissionais da saúde e internautas de forma respeitosa. Assim, a banalização das doenças mentais no Brasil será extinta.