A necessidade de debater as doenças mentais

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    É possível notar que, com o avanço da humanidade, muito tem evoluído junto com esta, como a tecnologia, os meios de transporte e de comunicação. Entretanto, a sociedade não evoluiu apenas em aspectos positivos pois, o aumento da poluição, da violência e das epidemias são cada vez mais  perceptíveis, principalmente com relação às doenças mentais. Atualmente as pessoas possuem uma necessidade contínua de aceleração, proporcionada pelos avanços tecnológicos do século XXI, e que têm contribuído para os avanços da bipolaridade,por exemplo.
            Tendo em vista tais fatos, torna-se considerável o número de pessoas que adquirem doenças mentais já que atualmente, cerca de 43% da população é composta por pessoas com algum tipo de transtorno psicológico,sendo que a maioria são adolescentes , e desta porcentagem, mais de um terço não está inserido em algum tratamento com profissionais ou estruturas físicas capacitadas.
           Estes dados revelam o quanto esta realidade brasileira é grave e que merece ser discutida amplamente das mais diversas formas, e em todas as classes sociais, embora a problemática dos transtornos psicológicos quase não tenha repercussão, mesmo entre a parcela de classe alta brasileira, que negligencia os dados anteriormente mencionados. Quanto aos orgãos sociais brasileiros, como o Ministério da Saúde, estes não parecem exercer esforços suficientes para minimizar consideravelmente o problema.
             Logo, é necessário estimular o diálogo entre as pessoas sobre as doenças mentais, pois somente discutindo o problema ele pode começar a ser devidamente tratado, o que deve ocorrer por meio da criação de comunidades online para pessoas que sofrem, ou desconfiam sofrer de algum transtorno, campanhas educacionais para escolas públicas instituídas pelo MEC que incentivem a criação destas comunidades de apoio e palestras proporcionadas por este mesmo orgão, e que sejam voltadas especialmente para adolescentes.