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    Desde a chegada de Pedro Álvares Cabral nas terras que posteriormente seriam chamadas de Brasil, e tentou negociar com os índios a posse daquele lugar, foi que foi iniciou-se o "jeitinho brasileiro". Na contemporaneidade, essa prática de negociar por algo que primeiramente não é concedido, tornou-se mais comum e até é ensinado durante a socialização das pessoas. Nesse contexto, podemos destacar uma das causas da persistência, a herança histórica e a influência sob as novas pessoas.
    Em primeira instância, a sociedade que conhecemos hoje é o resultado de várias fases que foram somando-se durante a história. Aqui, temos uma fração de cada parte do mundo, como África, Europa e até os nativos que já viviam aqui. Esse multiculturalismo faz com que haja diferentes formas de visão, onde foi necessário a criação de leis para manter tudo em conformidade. Agora, chegamos no nosso país contemporâneo, onde há regras que não agradam a todos e sempre há um jeito de contornar isso para que o resultado final seja o melhor possível. Desse modo, analisa-se que o "jeitinho brasileiro" é o resultado também das nossas heranças culturais e histórica.
    Além disso, os mais velhos que já estão acostumados a fazer isso, passam para os mais novos a visão de que sempre dá pra tornar tudo mais fácil, em sua maioria com dinheiro. Também, temos a influência dos políticos, onde há a corrupção e raramente são punidos e os mais pobres que muitas vezes o crime não são tão graves, são brutalmente punidos. Portanto, essa cultura é passada durante gerações e a cada ano vai piorando. 
    Infere-se, em suma, que a persistência se dá principalmente pelo costume de ensinar que isso não é errado aos mais jovens. Assim, o Ministério da Educação, juntamente com as mídias de televisão deve promover campanhas de conscientização e palestras em escolas para que os novos integrantes da sociedade possam conseguir mudar esse costume estagnado na mesma e transformá-la para melhor.