A persistência do “jeitinho” na sociedade brasileira.

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    O polímata brasileiro Rui Barbosa descreve que de tanto ver crescer a injustiça e ver os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar e ter vergonha de ser honesto, similarmente,é possível observar a persistência do "jeitinho" na sociedade brasileira, que certamente teve abertura desde a chegada dos portugueses ao Brasil,além, da perpetuação entre gerações. 
    Em primeira análise,pode-se destacar historicamente a formação da sociedade brasileira marcada pelo desfrute dos colonizadores sobre algo ou alguém e que desde o século XVI com a  perpetuação das praticas de extração e escravidão aos nativos,reflete a forma de beneficiar as próprias vontades dos autores.Por analogia os dias atuais não é diferente do passado dos portugueses a qual o modo de conseguir vantagens mesmo de forma ilícita sobre-excede a forma correta. 
    Sob esse viés, o filósofo Schopenhauer que diz que o desejo do ser humano de ter é insociável uma vez que quando mais se tem ou se consegue mais se deseja obter,isto é, a população brasileira apoderou-se de hábitos ao longo do tempo, afim de "tirar a proveitos" de quaisquer situação, sem o pertencimento de executar boas ações e repassa-los as futuras gerações. 
    Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática sobre a persistência do "jeitinho" na sociedade brasileira.Para aniquilar a barreira histórica comportamental , urge que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) desenvolva ações educativas por meio de cartilhas sobre uma boa conduta e que terá o título "Jeitinho certo", a modo de conscientizar e fortalecer condutas mais responsáveis entre jovens e adultos. Assim pode-se dizer que a pátria educadora oferece mecanismos exitosos.