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    É notório que o uso do sensacionalismo adjunto da hipérbole textual é proposital para a geração de grandes impactos aos interlocutores. Levando isso em consideração, atualmente o mecanismo de comunicação usado frequentemente é a programação televisiva brasileira que tem o percentual de 63% dos população tendo a televisão como principal fonte de informação, o que a maioria considera confiável.
          Contudo, não se tem o entendimento de que dentro do capitalismo tudo é uma questão de interesse e competitividade, e que o uso da manipulação e exagero ao transmitir notícias e propagandas é a maneira mais eficaz de ganhar a confiança dos telespectadores e internautas, que nos dias de hoje, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 85% são crianças e adolescentes, o que acaba sendo mais fácil a persuasão pela mídia.
    
          Além do mais, deve ser ressaltado que o uso do sensacionalismo é extremamente perigoso visto que grande parte da população assiste a telejornais e usam redes sociais e plataformas para se informarem cada vez mais, acreditando estar adquirindo conhecimento de uma forma sincera, prática e moral, enquanto as empresas de comunicação usufruem para a alienar a sociedade e lucrar sob exageros.
    
          Portanto, o sensacionalismo no jornalismo brasileiro deve ser contido através de políticas éticas feitas por pessoas que trabalham no ramo de marketing, além também de garantir a maior acessibilidade para o público poder estar trazendo suas opiniões e reclamações, já que de certa forma, os serviços noticiários só estão nas televisões através de algum benefício ganho dos impostos pagos pela população e também pelas lutas dos ancestrais durante momentos polêmicos dentro da política brasileira para que hoje houvesse a liberdade de expressão e imprensa.