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    É de fundamental importância discutir o exagero empregado pelos meios de informação no Brasil, sabe-se que desde da criação dos jornais o poder de comunicar é usado de forma indevida, como por exemplo, Carlos Lacerda que usava seu espaço no jornal de forma manipuladora contra Getúlio Vargas. Certamente, essa problemática tem dois pontos intrinsecamente relacionados, a imparcialidade e o propiciamento de disseminação de Fake News.
     Em primeiro lugar, segundo o educador brasileiro Paulo Freire "Não existe imparcialidade. Todos são orientados por uma ideologia.", logo os jornais tendem a passar a noticía com o objetivo de influênciar seus expectadores, conforme suas ideologias exercendo a parcialidade. Por consequência, veiculadores de informações fazem o uso de mecanismos para alcançar a influência social, isto é, recorre a distorção da informação e a criação de títulos apelativos para chamar a atenção do receptor.
     Alem disso, a Revolução Técnico-Científico-Informacional resultou um aumento expressivo na velocidade que as informações são propagadas, em outras palavras, o sensacionalismo adjunto com a manipulação da notícia e títulos exagerados aumentam as chances do compartilhamento de informações falsas e interpretações errôneas por parte da sociedade, visto que, um estudo feito pelo DNpontocom revela que sete em cada dez brasileiros leem apenas os títulos das reportagens.
     Portanto, medidas são necessárias para a amenização dos fatos citados acima, então cabe ao Ministério da Educação promover campanhas sociais para o desenvolvimento do senso critíco acerca das manipulações praticadas pelo jornalismo, por meio da criação de curta-metragem acerca a problemática sendo disseminado nas Escolas de Ensino Fundamental, ademais cabe ao indivíduo se informar em diversas fontes com pontos de vista diferentes para assim poder tirar suas proprias conclusões sobre os fatos. Para que assim, o senso critíco seja estimulado na sociedade e elas não se deixem influênciar pelo sensacionalismo dos meios de comunicação