A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

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    O mundo conheceu novos equipamentos tecnológicos ao longo do período histórico, com destaque para os acontecimentos do início da globalização entre os séculos 20 e 21. Com efeito, a má utilização dessas tecnologias tem contribuído para a distribuição de dados cibernéticos que ocorre tão somente pela falta de informação popular, como também pela negligência governamental.
     Em síntese, cidadãos confiam em muitas operadoras e provedores de dados pessoais  que possibilitam a disseminação de informações privadas por conseguinte a prejudicá-los, de modo a distribuir suas leituras documentais, senhas, entre outros. Sob esse viés, o filósofo Émile Durkheim afirma que a sociedade é como um corpo biológico, onde as partes devem interagir para garantir coesão e igualdade. Dessa forma, sem o engajamento das camadas sociais, os cidadãos sofrerão cada vez mais com a dispersão de seus dados.
     Ademais, cabe averiguar a maneira como a negligência governamental interfere na formação da sociedade. Sobretudo, é fato que o Poder Legislativo faz uma elaboração muito escassa de leis, além de que o Estado mesmo a  possuir históricos e controle de dados não oferece nenhum tipo de punição aos transgressores que burlam cada vez mais sistemas privados.
     Infere-se portanto, que novas medidas devem ser realizadas a fim de amenizar o quadro atual. Nesse sentido, é mister que o Estado promova uma melhoria nos setores informativos por meio de investimentos para a realização de palestras em locais abertos, com o objetivo de informar o perigo do manuseio de dados a população e garantir assim sua segurança. Além disso, é de extrema importância que o Poder Legislativo juntamente ao Executivo promovam por meio de projetos administrativos, a criação e execução de novas leis com o propósito de punição aos infratores, de maneira a garantir o bem estar coletivo. Assim, será possível observar uma sociedade  mais estruturada.