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    O primeiro gol da seleção brasileira na Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019 foi feito por Marta, que comemorou apontando para a  chuteira, em prol da igualdade de gênero no esporte. A partir disso, é evidente que o esporte feminino apresenta desafios no país, bem como a falta de apoio financeiro e o preconceito são alguns dos fatores responsáveis pela ofuscação da participação feminina no âmbito esportivo. Logo, o esporte é direito das mulheres, mas a desigualdade persiste.
       Primeiramente, vale ressaltar, que as mulheres no âmbito esportivo sofrem com baixos salários e desinteresse de patrocinadores. Isso ocorre, em grande parte, devido a falta de público nas partidas femininas, como consequência da baixa divulgação nos meios de comunicação, por conseguinte os times não apresentam um grande lucro, não podendo oferecer altos salários as atletas, assim como patrocinadores só investem naquilo que garante retorno financeiro. Nesse sentido, a falta de apoio empresarial contribui para a precariedade do esporte feminino.
        Ademais, as deficiências financeiras da área também estão relacionadas à existência de um profundo preconceito, enraizado na sociedade. Por certo, esse preconceito se baseia na ideia de que o esporte é limitado somente aos homens, como também que o lugar da mulher é em casa. Desse modo, fatores sociais contribuem para que o esporte feminino seja pouco valorizado.
        Portanto, o esporte feminino ainda é muito desvalorizado no país. O Ministério da Educação deve incentivar a prática do esporte feminino nas escolas e criar disciplinas curriculares que enfoquem a participação feminina nos esportes, assim como os canais televisivos abertos também devem divulgar e transmitir os jogos em suas grades de programação, com o objetivo de possibilitar um maior número de espectadores. Dessa forma, as crianças serão ensinadas desde cedo que mulheres devem ter o mesmo acesso aos esportes que os homens. Só assim, o Brasil será um país que promove igualdade de gênero aos cidadãos.