A valorização do esporte feminino no Brasil.

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    Enquanto no Canadá, o Governo Federal disponibilizou trinta milhões de dólares para garantir a equidade de gênero nos esportes, no Brasil a prática esportiva feminina não é valorizada; isso ocorre por causa da falta de investimento e do preconceito que impera na sociedade.
     Com relação a isso, dados da revista Veja revelaram que o salário dos homens no futebol é 118% maior que o das mulheres, enfatizando a falta de investimento e consolidando que o esporte feminino infelizmente ainda é desvalorizado no Brasil.
      Além do mais, é conveniente lembrar que durante a Era Vargas, a prática esportiva feminina era proibida, porque segundo a Constituição vigente na época, praticar esportes não fazia parte da natureza da mulher, que na verdade não passa de um olhar preconceituoso e machista onde acredita -se, que exercícios físicos só podem ser praticados por homens. Felizmente essa lei foi abolida, entretanto o preconceito ainda impera e por causa dele 40% das mulheres não praticam esportes (segundo índices do g1).
     Por conseguinte, o feminismo trouxe um maior empoderamento ás mulheres, que progressivamente estão conseguindo seu lugar no Esporte, a partir de 2019 todos os times da série A são obrigados pela CBF a terem uma seleção composta por mulheres e neste mesmo ano a Copa do Mundo feminina foi transmitida pela primeira vez em TV aberta, mesmo assim o problema ainda não foi definitivamente resolvido.
      Portanto, fica claro a problemática da questão da desvalorização do esporte feminino no Brasil. Tornando assim, inquestionável a importância do Governo em parceria com o Conselho Nacional do Esporte (CNE) elaborar programas visando a integração da mulher ao esporte, além de ONGs por meio de investimentos para continuar para a valorização do esporte feminino e também é necessário o apoio da mídia, que colabora com campanhas com o objetivo de acabar com o preconceito e incentivar às mulheres na prática desportiva.