A valorização do esporte feminino no Brasil.

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    Na era Vargas, o futebol feminino fora proibido por lei, alegando que, às mulheres, não seria permitido a prática de esportes que fossem incompatíveis de sua natureza. Desse modo, mesmo sendo legal nos dias atuais, o futebol, assim como a maioria dos esportes, é visto como desporto masculino, fazendo com que diversos clubes femininos sejam desrespeitados e desvalorizados no país. 
     Primeiramente, é notório que, no Brasil, a maioria dos grandes e respeitados times, sejam eles de qualquer esporte, encontram-se na categoria masculina. Dessa forma, é evidente que, desde a Era Vargas, vem se construindo uma visão machista nos desportes, pautada no patriarcado que era vivido na década de quarenta. Portanto, devido a isso, hoje é vivenciado a desvalorização em massa dos desportos femininos no país, sendo mais comumente visto no futebol.
     Em segundo lugar, vale salientar que o esporte feminino vem ganhando cada vez mais força devido ao seu crescente número de atletas. Dessa maneira, é irrefutável que, graças a luta diária de diversas atletas por um espaço no mundo do esporte, o desporte feminino possa, numa projeção futura, igualar-se ao masculino no âmbito de valorização. Ademais, um exemplo dessa luta memorável das atletas, foi explícita pela melhor jogadora de futebol do mundo, Marta, ao comemorar um gol apontando para sua chuteira sem patrocínio, o que,  até então, não faltou para seleção masculina de futebol.
     Em suma, cabe ao Governo Federal, em conjunto ao Ministério do Esporte e a mídia televisiva (como exemplo, canais "Sportv" e "Premiere"), incentivar a valorização para os desportes femininos, através de uma maior cobertura dos jogos femininos, fazendo com que as mesmas possuam os mesmos direitos dos atletas masculinos, a fim de igualar a valorização e admiração para ambos, e assim, quebrar a ideologia que fora criada durante as décadas.