A valorização do esporte feminino no Brasil.

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    Tendo início na Grécia Antiga, as Olimpíadas eram jogos para homenagear  os deus, dos quais as mulheres não podiam participar. Atualmente, a participação de mulheres no esporte tem aumentado, 45% dos atletas eram mulheres nas olimpíadas de 2016. Porém ainda se encontram dificuldades, por exemplo, a falta de patrocínio e valorização.
          Num primeiro momento, os investimentos realizados em equipes femininas ainda é inferior aos realizados nas masculinas. Enquanto clubes de futebol tem décadas de história com seus times masculinos, somente em 2019, os mesmo se tornaram obrigados pela CBF a possuir uma equipe feminina adulta e uma de base.
    
          Logo após, a falta de valorização as atletas pode ser vista como uma consequência de muitos esportes ainda serem vistos como espaço de dominação masculina. Um exemplo, é a jogadora Marta que possui mais gols pela seleção brasileira do que Pelé e se tornou a artilheira das copas feminina e masculina em 2019. Porém 2019 foi o primeiro ano que a copa feminina foi transmitida na tv aberta no Brasil, em contra partida todas as masculinas foram transmitidas.
          Portanto, as Confederações Brasileira de diversos espotes -através de parceria com instituições privadas- devem aumentar o apoio e patrocínio as categorias de base femininas, de modo à aumentar a qualidade das jogadoras que chegam a seleção principal, acarretando num maior  desempenho e consequentemente maior visibilidade mundial.