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    No livro de 2014 de Chimamanda Nzozi sejamos todos feministas é retratado um futuro utópico em que a humanidade evolui mas as ideias de gênero ainda persistem,sendo assim,motivo de incomodo social.Nesse sentido, a narrativa foca em descrever como a problemática afeta o publico feminino em diversos segmentos,tal como ,na inclusão de mulheres no cenário esportivo brasileiro,onde diariamente, as mesmas são pauta de debates de gênero e alvo de desconfiança quanto a sua credibilidade,sendo referenciadas como inferiores aos homem quão ao seu desempenho em atividades físicas. Analogamente, o fato apresentado por Chimamanda mostram situações atípicas, que divergem entre continentes, mais em geral ainda prevalecem na esfera social, sejam elas, por uma ideologia sustentada pelo imaginário coletivo ou discrepância estruturais politicas e administrativas.
    Convêm ressaltar a principio que, o esporte é uma atividade socióloga,ética e educacional, uma vez que corroboram para a formação de valores ,sejam eles,na relação grupal, assimilação de regras e competitividade benéfica,tendo papel importante na formação de um estado social.Contudo ,cabe avaliar os problemas enfrentados na inserção da mulher na área esportiva ,tendo como empecilho a ideia patriarcal, pouco atual ,sobre o papel  da mulher no tange a família dentro da sociedade , sendo ela, segundo o ideal, responsável apenas pelos cuidados com a família,portanto limitada as demais atividades,mostrando dessa forma, o quão a conjuntura humana precisa ser revista.
    Contudo, o resultado desse contraste soma-se a falta de estímulos governamentais e estruturas administrativas que visem a inserção de cada vez mais mulheres nas competições, tal como, olimpíadas,maratonas ,artes marciais e esportes afins,sendo esses, majoritariamente, praticados pelo publico masculino,enfraquecendo dessa forma, a luta pelo espaço e o empoderamento feminino nos mais diversos espaços sociais. Segundo escritora Simone Beauvoir "ninguém nasce mulher se torna mulher" defendendo a construção do ser mulher.
    Portando,faz mister que a população feminina ,através dos direitos conquistados pela democracia lutem para serem representadas, não apenas superficialmente mais por igual, buscando do topo, as grandes organizações como  o (COI) Comitê Olímpico Internacional, que estimulem cada vez mais o esporte feminino, garantindo maior espaço e sua representatividade , para que assim, possam desmistificar a ideia muito difundida já vista. Também é fundamental que o governo financiem campanhas publicitárias, que incentivem as mulheres cada vez mais a buscarem o esporte, destacando não só os benefícios óbvios quanto a saúde, mas também o desenvolvimento individual,garantindo a esse publico uma maior autonomia da sua própria vida,somente assim podemos garantir um mundo mais igual para todos.