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    O índice de mulheres praticando esportes tem crescido a cada ano, o que não significa que o preconceito tem diminuindo tanto assim. As mulheres sempre foram alvos do machismo, a não valorização do esporte feminino no Brasil tem como fonte o preconceito. 
          Em 1941 decretou-se a lei 199 que dizia que: “Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o Conselho Nacional de Desportos baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do país”. As mulheres passaram quarenta anos proibidas por lei de praticar futebol, vítimas de muito machismo, e que é presente até hoje.
          As mulheres recebem muito menos visibilidade nas mídias atuais, sendo os times femininos "secundários" sem a popularidade igualitária. Essa visibilidade é de suma importância para que a sociedade enxergue as mulheres com as mesmas capacidades dos homens, e sirva de inspiração para outras gerações de meninas.
           O salário nos esportes profissionais, assim como em muitas outras profissões, não é justo sendo muitas vezes, maior para o sexo masculino. Esse preconceito esta enraizado nas na sociedade, nas famílias e ciclo social.
          Aos poucos o assunto vem sendo discutido e ganhando força, em casa na escola e na roda de amigos. Entender e apoiar é fundamental para combatermos esse problema.