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    Desde a antiguidade as mulheres eram consideradas como sendo inferiores aos homens simplesmente pelo fato de serem biologicamente diferentes do sexo masculino. Tal diferença nos rendeu uma sociedade completamente machista, ainda assim a classe oprimida se levantou e hoje em dia ganha cada vez mais espaço em atividades esportivas.
     O incentivo a prática de esportes por mulheres é quase nulo, pois a desigualdade de gênero nos diz que o lugar de uma mulher é em casa, realizando tarefas domésticas. Hoje podemos analisar que, em média, a mulher brasileira passa 20,5 horas da sua semana apenas realizando tarefas que são "designadas" para as mesmas. 
     A participação das mulheres nos jogos olímpicos foi de 11% no ano de 1960 e em 2016 foi de 45%. O preconceito com o gênero feminino é tanto que mesmo a jogadora Marta tendo superado Pelé quanto ao número de gols (ela com 98 gols e ele com 95) há aqueles que atacam a Rainha com ofensas que na maioria das vezes tem base no preconceito velado de uma sociedade.
     Diante dos fatos mencionados é possível perceber a grande causadora de tudo isso: a desigualdade de gênero. No Brasil essa é a maior barreira que impede o crescimento das mulheres no esporte, entretanto ainda há volta. O ministério do esporte deve aumentar os investimentos nas seleções femininas, as emissoras de televisão devem transmitir mais eventos esportivos femininos de modo que a visibilidade feminina aumente e incentive mais meninas a fazerem o que gostam e não apenas o que foi imposto.