A valorização do esporte feminino no Brasil.

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    Desde muito tempo, as mulheres são desvalorizadas, também no contexto de esporte, devido aos preconceitos e ao termo "isso é coisa de homem". A exemplo disso, o hepta campeonato feminino na Copa América deixou claro que o futebol feminino é desvalorizado, no entanto não é apenas na sua divulgação, mas também em seus salários. 
    
          No Brasil, mulheres com a mesma qualificação profissional ganham salários cerca de 53% menor que os homens e ninguém toma uma providência para mudar esse fato. A modelo disso temos o exemplo da Marta que ganha 1% do salário do Neymar.
           A questão problematizada talvez esteja no pensamento social pelo fato de ser condenado com os termos de que o gênero masculino deve fazer algo, e o feminino deve fazer outro. É falta de igualdade social, ou seja, quando a mulher é subestimada não poder escolher suas tarefas. 
          Logo, é dever das DEAMs (Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher) ajudar as mulheres a crescer no esporte com igualdade ao homem, e responsabilidade de todos acabar com o pensamento que cada gênero deve fazer algo. Prontamente fazendo com que o esporte feminino seja mais valorizado.