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    A participação das mulheres nos esportes tem aumentado conforme o passar dos anos, mas a ideia de que são inferiores aos homens ainda existe. A mudança do papel da mulher mudou depois da revolução industrial, passaram a trabalhar fora de casa, assim incentivando o movimento com relação ao reconhecimento das atletas nos esportes femininos.
           Em 1928, o Comité Olímpico Internacional aprovou a inclusão de provas de atletismo para as mulheres nas olimpíadas. Infelizmente, nessa época, ainda acreditava-se que elas não eram capazes de correr grandes distâncias e, por este motivo, as provas de atletismo ficaram restritas às modalidades de curta distância, mantendo a exclusividade de provas longas para os homens. A presença de mulheres nas disputas de longa distância foi parcialmente consolidada em 1984 com o reconhecimento de mulheres na participação dessas provas. Mas, foi apenas em 1996, que uma maratona feminina foi incluída nas olimpíadas, sinal do reconhecimento da presença feminina no atletismo.
          A falta de segurança, o preconceito, a falta de incentivo nas escolas, todos esses são fatores que devem ser apontados quando se constata que o esporte no Brasil não tem o mesmo acesso por meninos e meninas. O relatório do PNUD indica uma urgência em se criar políticas públicas que possam permitir maior igualdade. 
          O ministério da educação deve incentivar as escolas a contarem mais sobre a luta das mulheres todos esses anos, além de investir mais em jogos femininos, não abastecendo a ideia de que apenas os homens são capazes exercer tais atividades. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas é um dos dezessete objetivos para o desenvolvimento sustentável de acordo com a cúpula das Nações Unidas. O esporte e a educação são ferramentas poderosas, mas o respeito certamente é a base de todo esse processo.