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Para o filósofo Habermas, “incluir não é só trazer para perto, mas também respeitar e crescer junto com o outro”. A conhecida frase permite entender a importância da inclusão social das pessoas deficientes, como também refletir sobre suas alternativas. Para se alcançar tal fim, é necessária uma evolução estrutural, bem como um incentivo ao respeito com os portadores de necessidades especiais. É incontestável que uma melhora estrutural do ambiente urbano esteja entre os principais caminhos para à inclusão social de deficientes. Segundo o sociólogo Emile Durkheim, a sociedade é um corpo biológico, que deve interagir para garantir a igualdade, logo as cidades têm de conter rampas, indicadores para portadores de deficiências visuais e até banheiros adaptados, o que representa a tal melhora. Sendo assim de responsabilidade do governo promover esses recursos. Outrossim, é válido salientar que o incentivo ao respeito com os portadores de necessidades especiais representa outra alternativa à inclusão. Isso porque, principalmente nas escolas o aluno deficiente pode sofrer bullying e não se socializar. Fato esse já retratado por Machado de Assis, na sua obra realista Memórias Póstumas de Brás Cubas, em que personagem se recusou a se relacionar com uma mulher por ser “coxa”, ou seja, deficiente, sendo assim essa consequência que deve ser evitada pela escola. Portanto, medidas devem ser tomadas para que a inclusão seja realizada. Para que isso ocorra, os Governos Estaduais e Municipais devem garantir que a infraestrutura esteja sendo realizadas, por meio de fiscalizações, com o objetivo de facilitar o deslocamento dos deficientes, garantindo assim a inclusão destes. Além disso, à Escola pode incentivar o respeito e solidariedade, por intermédio de palestras, a fim de buscar a tal igualdade, e consequentemente facilitar a inclusão social de pessoas com necessidades especiais. A partir dessas ações, poder-se-á dar orgulho a Habermas.