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    Revolução dos Aplicativos
               Conforme defendeu Adam Smith, pai do liberalismo econômico, sobre a economia de livre mercado, vive-se em uma sociedade supostamente livre das amarras do mercantilismo. Entretanto, desde a implementação de aplicativos como geradores de lucros, ha controvérsias sobre sua soberania em relação às empresas tradicionais. Diante disso, deve-se analisar como a concentração de monopólios e a otimização do produto influenciam na discussão.
                A herança histórica cultural é um dos principais responsáveis pela manutenção do favoritismo às empresas estatais, aos cartéis e aos monopólios. Isso ocorre desde o feudalismo e pacto colonial onde não havia concorrência e a população usava o que lhe era imposta. Felizmente, com o decorrer dos anos o direito à liberdade individual e à escolha por serviços surgiu, trazendo consigo a disputa pelo mercado. Sem dúvida, com a implementação da Lei do Retrocesso, impedindo aplicativos como "Uber", "Cabify" e "Airbnb" de progredirem, haverá um atraso histórico. Por consequência disso, as grandes empresas voltaram a atuar de forma controlada no mercado.
              Além do mais, nota-se ainda a  otimização do processo e produtos para oferecer ao consumidor. Certamente, esses aplicativos oferecem mais comodidade, segurança, empregos e preços mais acessíveis aos usuários, além de melhorar a mobilidade urbana, no caso do Uber. É evidente que a inovação radical, ou seja, a introdução de novos produtos, cause desordem entre a sociedade, mas é apenas por meio dessa inserção que há modernização. Em virtude disso, os aplicativos se tornam opção número um para a maioria das pessoas seja para efetuar compras, seja para assistir filmes, seja para chamar um táxi. 
            Torna-se evidente, portanto, que a questão do impedimento do progresso das novas empresas precisa ser revisada. Em razão da problemática, a sua regulamentação e implantação deve ser aprovada por meio dos Ministérios da Indústria e Comércio, a fim de oferecer os melhores serviços à sociedade, melhorando a qualidade de vida. Ademais, o veto da Lei do Retrocesso é indispensável para a evolução e modernização dos serviços. Dessa forma, a desigualdade social torna-se-á menor no Brasil.