Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI

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    Não é de hoje que a internet é o meio de comunicação mais utilizado pela maioria da população economicamente ativa. Desde um edital até uma simples mensagem de bom dia, os meios de transmissão preferidos são aplicativos que oferecem serviços gratuitos por meio da internet. Também não foi ontem que surgiram empresas virtuais como Uber, Cabify, Netshoes, PagSeguro, entre outros. Mas a pergunta que surge é: até que ponto os negócios virtuais podem beneficiar os seus clientes?
          Essa era de comunicação tecnológica é chamada de Quarta Revolução Industrial e é caracterizada pelo acesso fácil a qualquer tipo de trabalho,  informação e serviço para o consumidor. O grande benefício que essa era pode propiciar é a própria facilidade de lucro com aplicativos que façam algum serviço pelo cliente. Por exemplo: um programa de serviço ao consumidor que o ajude a comprar algum produto sem precisar sacar o dinheiro no banco. Esse programa será muito útil na hora de um pagamento quando o comprador não tiver dinheiro suficiente para pagar o produto e não tiver a chance de sacar o dinheiro em uma agência. Nesse sentido, os aplicativos e serviços virtuais são muito úteis e benéficos para seus usuários.
          Mesmo o melhor dos serviços tem o seu lado negativo. Existem muitas pessoas utilizando serviços de aplicativos variados, o que significa que os serviços públicos estão tendo queda de procura, resultando em menor arrecadação de dinheiro e, a grosso modo, impostos. Também há o problema do desemprego. Exemplificando, quando um cidadão utiliza o serviço do tal programa citado anteriormente, o aplicativo toma o lugar de uma agência bancária, ou seja, inclui o segurança, o atendente e o auxiliar nessa substituição. E o que isso quer dizer? Significa que todos esses empregos foram substituídos por um programa automatizado. Existem também empresas que, ao invés de funcionários humanos, estão migrando para o campo tecnológico e empregando inteligências artificiais para variados serviços, como por exemplo o de atendente telefônico. Por isso, a tendência é o aumento de desemprego pela larga utilização de empregados virtuais.
          Tendo em vista o progresso tecnológico, as empresas de aplicativos devem continuar investindo em inovação. Mesmo assim, não devem substituir por completo os trabalhos físicos. Em outras palavras, preze-se sempre pelo trabalho humano para beneficiar a todos os cidadãos, mas utilizando os empregados virtuais para auxiliarem os humanos. A tecnologia deve ser usada para ajudar os trabalhadores e não para substituí-los.