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    No início do século XX o capitalismo dominou o mundo, através da Segunda revolução industrial, que resultou na criação de rádios, telefones, entre outros aparelhos. Essa tecnologia, tem se aperfeiçoado cada vez mais, trazendo questões como a Quarta revolução industrial, onde é visível o aumento explosivo de aparelhos portáteis conectados á internet. Diversas plataformas foram criadas, como os aplicativos, que facilitam a vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Desde março de 2008, quando Steve Jobs finalmente deixou de relutar contra a abertura da plataforma do iPhone para a comunidade de desenvolvedores, os aplicativos tem ganhado voz, com estruturas complexas, mas de fácil acesso e entendimento do usuário. Milhões de pessoas, de todas as idades, utilizam essas plataformas todos os dias, seja pela questão de transporte, como o famoso Uber, que tem substituído os taxís, ou por lazer, como a Netflix, que tem substituído os cinemas. Independente da razão, os aplicativos possuem todos tipos de funcionamento e atendimento, e estão cada vez mais sendo principais na vida das pessoas. Com esse avanço tecnológico, empresas tradicionais tem sido fechadas, e substituídas. Isso se dá pela alta concorrência, quando empresas físicas não cumprem requisitos que aplicativos possuem. Além de tudo, a concorrência aumenta, fazendo com que cada vez mais empresas tradicionais busquem o aprimoramento de seus setores, o que traz um preço mais baixo ao cidadão, que opta pelo mais em conta. No primeiro trimestre de 2015, de acordo com a BI Intelligence, a utilização dos Apps de Mensagens ultrapassou os de redes sociais, e logo depois, foi anunciado a abertura da plataforma do Messenger para as empresas, balanceando assim o uso de aplicativos nos dois lados. Para que não haja prejuízo a nenhum dos lados, e nem a tecnologia seja culpada, ambos setores devem procurar especializar-se, e oferecer o melhor serviço ao cidadão. Para uma concorrência saudável, o governo deve acompanhar de perto essas pesquisas, dando ao cidadão suporte na questão do emprego. O Ministério da educação deve anexar uma plataforma para os jovens especializar-se ou conhecer o básico sobre tecnologia, para que não percam espaço no meio de trabalho de a tecnologia superar tais empresas. Além disso, cursos gratuitos devem também ser dados a pessoas de todas idades,para que todos tenham possibilidade na possibilidade de uma nova plataforma econômica.