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    A internet, invenção do século passado, surgiu para criar uma conexão entre todos os dispositivos que tivessem acesso à ela, podendo trocar informações de maneira eficiente e praticamente instantânea. Com a disseminação dessa tecnologia em larga escala no seculo XXI, surgiram também diversos serviços que contrapõem-se aos métodos tradicionais, esse novo formato têm atraído cada vez mais o público e dessa forma muitos monopólios foram postos em risco.
       De acordo com o IBGE mais de 60% dos brasileiros têm acesso à internet, boa parte desse montante é devido a popularização dos "smartphones" que se tornaram um item indispensável atualmente. Junto aos aparelhos popularizaram-se os mais diversos serviços, tais como: "YouTube", "Netflix", "Uber", "Cabify" entre muitos outros, esses têm  em comum o fato de ocuparem o mesmo nicho de empresas e de serviços tradicionais. Assim como na biologia, ocorre algo parecido como o Princípio de Gause, e esses serviços têm que se adaptar ao novo mercado ou serão extintos.
      Recentemente houveram muitas tentativas de proibição dessas atividades, com o "Uber" por exemplo, os taxistas alegaram concorrência desleal, pois, esse serviço teoricamente não possuía os mesmos encargos e assim conseguia oferecer preços menores que os habituais. Eventualmente esse pode ser um motivo para escolha, mas, além dos preços os consumidores passaram a exigir padrões de qualidade que antes não podiam, pois o monopólio dessas empresas impedia que o consumidor tivesse uma segunda opção.
         Evidencia-se, portanto, que esse problema  pode ser resolvido por meio da autorregulação do mercado. Com isso o Estado deve adotar políticas econômicas liberais, incentivando os novos serviços, reduzindo a carga tributária e as políticas de protecionismo, assim as empresas com baixa aceitação da população tenderiam ao fracasso e aquelas que atendessem às necessidades do público permaneceriam ativas no mercado.