Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI

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    Nos últimos anos, é cada vez mais frequente o aumento de usuários de aplicativos no Brasil. Nesse cenário, a IV Revolução Industrial, iniciada no século XX, tem impactado as relações sociais e de trabalho. Se por um lado, isso ocorre por conta das possibilidades de maiores lucros; Por outro, há também uma preocupação dessas configurações de trabalho. 
          No que se refere nas oportunidades de ganhos, o assalariado de uma empresa tradicional quando opta pelo aplicativo, almeja rendimentos superiores ao do seu salário.Nesse sentido, Mark Zuckerberg inovou quando fundou o Facebook, pois modificou a interação entre as pessoas, e consequentemente, tal fato influenciou as formas de trabalho, uma vez que, esse aplicativo pode assumir o papel de uma empresa tradicional recrutadora, ou ainda, está configurado como um trabalho informal para muitos brasileiros. Desse modo, apesar da alta renda, o trabalhador não possui nenhum tipo de garantia, ou seja, está completamente desassistido pelas leis trabalhistas. 
          A partir disso, existe uma grande apreensão frente as tendências do mercado de trabalho. “ A máquina no lugar do homem”, esse foi o título de uma pesquisa veiculada pelo site da UOL (2018), onde retratou a realidade das profissões em diversos setores, sendo que,dentre os mais atingidos estão os profissionais da construção, mineração, transporte e montagem (59%). Com isso, é evidente, que as tecnologias vieram para ficar, e o discurso é que elas irão substituir tarefas operacionais em prol de uma produtividade. 
          Portanto, o governo Federal por meio da Justiça do Trabalho deve priorizar as políticas públicas no âmbito da assistência de todos os trabalhadores. Desta maneira, incentivar por exemplo, a parceria entre aplicativos e bancos, para a adesão da previdência privada e títulos de capitalização,nos moldes de um seguro. Sendo assim, esses trabalhadores estarão assistidos e terão subsídios no futuro, o que poderá minimizar o impacto na economia do país.