Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI

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    A tecnologia aliada ao ser humano
          Desde a Revolução Industrial no final do século XVIII, a tecnologia promove uma melhora de vida jamais vista na história humana. São mais de 200 anos acabando com a fome e melhorando a saúde, educação, comunicação e transporte das pessoas. Apesar do claro desenvolvimento humano, é repetido todos os dias mitos que tentam diminuir o quão fantástico é o impacto da tecnologia no mundo. 
          É inegável que existe setores da sociedade que propagam mentiras a respeito da tecnologia. A maior delas é sem dúvidas o desemprego em massa que os aplicativos causam. Ao contrário do que se fala, diversos países, como EUA, China e Irlanda, estão cada vez mais diminuindo a taxa de desemprego. Se o desenvolvimento tecnológico leva-se a esse tipo de situação, por que a Inglaterra pós Revolução Industrial não quebrou? Por que os EUA após o "taylorismo" enriqueceu? Como dizia o famoso Ministro da Propaganda nazista: " uma mentira contada 500 vezes se torna verdade". 
          Convém observar quanto que a população mais pobre se beneficiou com o uso dos aplicativos. Eles não precisam gastar horrores com o interurbano com ligações para parentes mais distantes porque o "Whatsapp" é gratuito e podem beber com segurança, pois há o "Uber" que é seguro e barato. Quem é contra os aplicativos são as empresas ultrapassadas em busca de serviços caros e ineficientes, como as companhias de telefonia. 
          Com base nos argumentos citados e nas necessidades do desenvolvimento das empregas tecnológicas, o Brasil deve oferecer linhas de créditos subsidiadas para o desenvolvimento de startups e criando centros de tecnologia igual o "Vale do Silício". Além disso, nosso Congresso deve modificar totalmente a legislação trabalhista em prol de uma maior liberdade de negociação entre empregados e empregadores com a abolição da CLT e da Justiça do Trabalho.