As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

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    A Alemanha nazista de Hitler já configurava a exemplificação de segregação das minorias. Pessoas com deficiência, negros, gays, são grupos de pessoas mais perseguidas  na sociedade da época. Neste viés, é necessário citar que nos dias atuais muitos grupos de indivíduos não disfrutam de serviços básicos prometidos pela constituição, ao menos de maneira como deveriam, visto que percepções equivocadas e estereotipadas, resulta em dificuldade  no acolhimento dessa população nos serviços de saúde.
       Em primeira instância, é válido citar que uma pessoa que é vista como inferior em relação as outras, cultivam sentimentos como medo e insegurança. desse modo, a sua inserção no meio social, é prejudicada. Neste contexto, é essencial frisar que segundo a constituição de 1988, todos são iguais perante a lei, contudo, esse direito não é respeitado de maneira precisa, ao passo que muitos cidadãos sentem-se intimidados em órgãos de saúde pública, devido ao preconceito, aos olhares diferenciados, e muitas vezes, o atendimento por um profissional despreparado para lidar como todos os tipos de pessoas.
       Em segunda via, é essencial informar que segundo uma pesquisa internacional, apenas 1% da população com deficiência tem acesso a programas  básicos em países subdesenvolvidos. No que tange a exclusão em saúde, a baixa dignidade da atenção, bem como a qualidade e oportunidade dos serviços, apresentam-se como obstáculos para os "excluídos da sociedade".
       Portanto, frente a inegável desigualde referente ao acesso a assistência básica de  saúde, urge que o Ministério da Saúde crie um projeto de inclusão social. O mesmo deve abordar o correto tratamento e atendimento da população "menos favorecida". Por meio da formação básica para profissionais desse meio, com palestras e aulas online. O estado por sua vez, deve garantir o acesso a esses serviços. Desta forma,  a atenção às minorias será exercida com  dignidade.
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    
    acesso, desqualificação da assistência prestada e afastamento previsível desses grupos das ações de cuidados e promoção da saúde.