As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

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    Um  Problema que não o é.
        Em sua canção, Prolema Social, o cantor brasileiro, Seu Jorge, louva a situação de um garoto pobre que se sente deslocado da sociedade, visto que suas palavras denotam o desgosto que ele sente em relação a sua condição, ao ponto de autodeclarar-se um problema para a sociedade. Não obstante, as parcelas minoritárias deste país se põem no lugar desse garoto, pois pelo modo que são tratados, suas mentes interpretam um mundo no qual eles não são bem vistos. Por essa razão, a saúde dessas pessoas é afetada de tal maneira que doenças psicossomáticas são percebidas rotineiramente. Isso se deve ao preconceito enraizado da população que caracteriza a desumanização em que se adere.
         Indubitavelmente, o preconceito existe até hoje, mesmo que disfarçado, e que a  exclusão faz parte de uma conduta desumanista quando é praticada. Sobre isso, cabe citar a ausência, na educação básica das crianças, um correto ensinamento sobre os indivíduos que sofrem com esse entrave. Além disso, homossexuais, negros, pessoas de camadas sociais baixas ou refugiados, são costumeiramente tratadas com indiferença pelos antagonistas de todos os tipos. Tais situações, possivelmente, agridem o psicológico de boa parte desses grupos, de modo a demonstrarem comportamentalmente o desejo de aprovação ou até mesmo deslocamento da parcela social. Caso não o consiga, diversos sintomas começam a surgir - como ansiedade, fobia social e compulsividade - e os caminhos para a depressão e outras doenças psicológicas, alargados. 
         Em virtude dos fatos supracitados, é dever do Estado garantir a inclusão desses grupos de modo que sua saúde não seja prejudicada ao ponto de não se sentirem parte da sociedade. Para tal, o Legislativo deve criar leis mais vigorosas, por meio de emendas constitucionais, que provoquem a inclusão e o respeito mútuo aos grupos excluídos para que a humanização seja observada. Além disso, cabe às escolas promoverem palestras aos pais e crianças, com psicólogos e psicopedagogos, a fim de mostrar a situação vigente e o ensino correto de como tratar o outro com dignidade. Dessa maneira, os impactos sobre a saúde do brasileiro serão atenuados e a prática da exclusão reduzida.  Só assim, converter-se-á o sentimento do personagem da canção, não só em conforto, mas em satisfatoriedade.