As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

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    A constituição de 1998 tem em seu Artigo 196 a premissa de que "A saúde é um direito de todos e dever do Estado", contudo não condiz com a realidade pela precariedade e superlotação do Sistema Único de Saúde(SUS) uma parte considerável da população brasileira se vê desassistida, tendo como casos mais recorrentes minorias como: negros e a comunidade LGBT+ que além de precisarem enfrentar filas e meses de espera, ainda precisam passar por situações de descaso dos profissionais e  julgamento por parte da população ali presente.
       Em primeira análise, se faz necessário voltar um pouco na historia da saúde em nosso país, onde ainda no governo de Don Pedro II foram feitos aprimoramentos na cidade do Rio de Janeiro, onde a dita higienização fez com que a população mais pobre fossem expulsas dos grandes centros e se acomodassem pelas periferias. Isso causo um ainda maior exclusão social do mais pobre e especialmente dos pretos, e isso se perpetua até hoje fazendo com que essa população seja desassistida e ignorada pelo Estado e pelas demais parcelas da sociedade, que por meio de má condutas profissionais e atos preconceituosos faz essa população sequer tentar ir em busca desse direito tão primário que é a saúde. 
      Em segunda análise, a comunidade LGBT+ sofre ainda mais desprezo da sociedade e descaso mais focalizado do Estado, profissionais do sexo como por exemplo as travestis, descrevem sempre suas situações seja no SUS ou mesmo nos Postos de Saúde, como vergonhosas e cheias de descaso. Onde sequer conseguem uma quantidade de preservativos suficientes para seu trabalho. E as consequências dessas exclusão, ou simplesmente desprezo para com o povo faz com que pequenos problemas de saúde, acabem virando coisas maiores e mais caras para o Estado resolver.
      Tendo em vista os pontos levantados, se faz necessária uma reavaliação da conduta do Estado consigo e com suas instituições de saúde. O Ministério  da Saúde deve criar um programa de melhoria de condutas dos profissionais, onde esses possam ser instruídos a saber lidar com essas minorias de forma a acolhe-las e se sentirem bem tradadas como qualquer outro cidadão. Campanhas de incentivo a busca mais frequente dos sistemas de saúde pelos os que mais precisam e menos vão são necessárias e devem ser propagadas por meio das grandes mídias de massas e em especial para as crianças, para que essas cresçam conscientes das diferenças e que saibam que não devem segregar ninguém pela sua individualidade.