As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

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    Desde de 1988 , com a criação da Constituição Cidadã , o brasileiro tem assegurado seus direitos e deveres individuais , pautados no iluminismo , que pregava a liberdade econômica , política e de expressão . Porém , o preconceito e o bullying resistem , e contribuem para a exclusão de certas pessoas em grupos sociais , o que propicia o sentimento de solidão e desamparo , ao afetar a saúde do indivíduo , seja ela física ou mental . Nesse viés , dois aspectos fazem-se relevantes : a falha escolar na quebra de paradigmas e governamental na não adesão interina de psicólogos em ambiente estudantil .
       Primeiramente , a escola , como responsável pela formação cognitiva e desenvolvimento sociocultural do aluno , deve utilizar de sua influência de forma a fomentar a sociabilidade e evitar a exclusão . Assim como na filosofia de Karl Marx , a realidade é dependente do contexto histórico , e somente o ser humano é capaz de alterá-la , dizer que realça a suma importância da revolução educacional em nosso país , que servirá como o estopim para a criação de uma nova ideologia mais igualitária e respeitosa . Portanto , faz-se importante ressaltar o papel da escola na quebra de paradigmas , ao ajudar o estudante a compreender e aceitar as diferenças , a fim de promover a igualdade e o amor ao próximo .
    
       Ademais , o bem estar nacional é responsabilidade do governo vigente , e a adesão de psicólogos em âmbito escolar ajudará nas devidas precauções . Segundo uma pesquisa realizada pelo The British Medical Journal (BMJ) , na universidade de Oxford , os especialistas concluíram que 30% dos casos de depressão podem ser atribuídos a bullying na adolescência , que entre as causas inclui a exclusão e a agressão moral ou física , fato que comprova a necessidade de auxilio profissional dentro das instituições educacionais . Conquanto , a obrigatoriedade da presença do profissional na escola não foi alcançada no Brasil .
    
       Por conseguinte , diante da falha educacional e governamental quanto à prevenção da exclusão social e seus males , uma mudança faz-se necessária . Nesse contexto , o Ministério da Educação , responsável pelo desenvolvimento educacional do país , deve , por meio de verbas governamentais , promover um ensino qualificado e fornecer auxilio psicológico especialista , ao aderir a aulas de atualidades que ensinem e debatam sobre a importância do respeito e da inclusão social , a fim de propiciar um amadurecimento saudável , e contratar profissionais da área psíquica que possam ajudar os estudantes a lidar com seus problemas e evitar doenças futuras . Dessa forma , alcançar-se-á um desenvolvimento consciente e solidário .