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    O Sistema Unificado de Saúde (SUS) têm como um de seus princípios a universalização de seus serviços a todos cidadãos brasileiros. Entretanto, infelizmente isso não condiz com a realidade de muitas pessoas enquadradas no perfíl de minoria. A exclusão dessa parcela da sociedade somada a um enfoque errado dos orgãos responsáveis em prover a saúde e o bem estar agravam ainda mais a situação da saúde do país.                                                                                                                           
     Primeiramente, a exclusão em sí é motivada por alguma descriminação, seja ela pessoal (física) ou de costumes (religião, sexualidade,etc.). O ato já é intrisicamente ruím a toda esféra social, mas no que diz respeito especificamente à saúde pública, o isolamento de indivíduos acarretam em sérios problemas, como por exemplo a depressão e o sedentarismo. Os quais trazem consigo também uma maior chance do desenvolvimentos de doenças como a psicopatia, diabetes e hipertenção segundo o Ministérios da Saúde.
     Além disso, há de se ver uma postura de combate e tratamento de doenças que possuem alguma ligação com a exclusão e consequentemente o isolamento, entretanto, pouco se fala de medidas que visem a prevenção das mesmas. O inusitado é que tais campanhas não deveriam ser direcionadas aos pacientes mas sim aos responsáveis por causar o ambiente de exclusão que proporcionou que a pessoa se reprimisse. Inclusive sendo presente nas instituições de saúde, pois ao buscar uma ajuda médica o paciente está em uma situação delicada e a ultima coisa que ele precisa é ser julgado naquele momento.
     Em virtude dos fatos mencionados, é necessário que algumas medidas sejam tomadas. Em conjunto,os ministérios da saúde e educação devem estimular a empatia entre os cidadãos,começando pelas crianças, já que a infância é uma fase de formação de caráter,inserindo a matéria de relações interpessoais nas escolas somado a isso o estimulo a prárica de esportes coletivos para toda a população, de modo a se exercitarem e interagirem socialmente tudo isso em conjunto com palestras que demonstrem o quão prejudicial pode ser para a saúde de alguém a sua marginalização. Tais medidas possuindo como princípal intuito a não exclusão de pessoas e a melhoria da saúde fisica e mental.