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    Esta na Constituição de 1988 que saúde é direto de todos. No entanto a abrangência na prática não se concretiza.  Albet Enisten disse que mais fácil desintegrar um átono que acabar com o preconceito. Principalmente no que diz respeito a minorias, como travestis e transsexuais por exemplo o que cabe análise.
       Primeiramente, o Decreto 8727 dá direito a uso do nome social, o  ver é que travestis e transsexuais muitas vezes encontra difere do que foi buscar. Frente aos hospitais lotados não se respeita esse direto, relatos de atendimentos discriminatórios, constrangimentos, preconceito e até mesmo ofensas verbais pelos provedores de saúde. Essas experiências negativas geram insegurança nesses indivíduos e os levam a evitar os atendimentos em saúde fato lamentável.
      Em segunda análise, a falta de preparo diante da situação dos profissionais relativas as questões de identidade de gênero e orientação sexual. Com isso a universalidade da lei 8080/90 não abrange os trabalhadores e muito menos cidadãos que lutam pra ser reconhecidos pela forma como se enxergam.  Infelizmente favorecendo ainda mais o negligenciamento
       Por isso, para possa transpor a barreira preconceito como o cientista falou é dever do Governo promover a educação permanente por meios de os currículos dos cursos de saúde, técnicos, superiores e de aprimoramento com debates , palestras e campanhas para aprimorar profissionais capacitados para lidar com o público específico . Espera-se com isso o cumprimento das leis, a diminuição da descriminação e a universalização para se forme facilitadores no processo de cumprimentos dos direitos em saúde.