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    No contexto social brasileiro, a Constituição de 1988, declara que a saúde é um direito de todo cidadão sem exceção. No entanto, essa constituição fica apenas na teoria, pois na prática existe diversas formas de exclusão, e impacto que os brasileiros enfrentam para terem saúde de qualidade. Tal fato, está relacionada com preconceito das pessoas com a minoria, mas também a falta de investimento do Governo em uma saúde de qualidade no país. 
       Em primeira análise, a maior parte da população que mais depende da Saúde Pública são os mais excluídos. A exemplo, o Brasil é o 109° colocado no ranking mundial de exclusão social, de acordo com o jornal Folha de Londrina. Isto é, são minorias que sofrem diariamente com preconceitos em que afeta diretamente aspectos da vida, e, em muitos casos gera o " isolamento social " em condições depreciativas. Assim, percebe-se que segundo o físico Albert Einstein diz, "é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito", para tanto, cita que é necessário desamarrar as "cordas" que seguram uma boa parte da população com relação à discriminação e a exclusão.
        Em segunda análise, um grande fator que contribui para os impactos na saúde pública tem, é a falta de investimento do Governo. De acordo com o Conselho Federal de Medicina o Brasil gasta R$ 3,48 por dia para cada brasileiro, o que deveria ser o triplo do valor. Pois, a falta de investimentos para uma saúde de qualidade em que reflete uma crescente demanda de procedimentos de alta especificidade como terapias antigênicas para os casos que o problema tornou-se crônica, podendo levar a morbidez do paciente. Dito isso, nota-se que tais exclusões afastam populações minoritárias de seus direitos básicos, como os de receber tratamento de qualidade como direito do cidadão.
       Fica claro, portanto, a necessidade de medidas para mitigar o impacto da exclusão. Logo, o Ministério da Saúde por meio da destinação de verbas deve criar projetos com o intuito de melhorar a saúde e qualificar para que seja para todos. Ademais, cabe ao Governo, criar medidas de inclusão as minorias com a finalidade de inclui-las na sociedade e que a exclusão seja abolida. Além disso, o Ministério da Educação deve promover a desconstrução de preconceito disseminados sociedade para que ocorra debate da inclusão dessas minorias. Somente assim, o Brasil conseguirá superar os desafios e orientar a sociedade que é capaz de mudar o futuro de forma mais inclusiva em que todos vivam de forma saudável.