As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

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    Politicas públicas para -quase- todos
     Fala-se muito em inclusão social e pouco em como fazê-la. A classe das "minorias" que inclui os negros, gays, lésbicas, transsexuais, bissexuais, pessoas de baixa renda, mulheres, refugiados, e entre outros, sofrem preconceitos e exclusões sociais que parece, para a sociedade repressora, ser apenas consequências que essas pessoas já estão predestinadas a aguentar. Embora algumas leis já existam para garantir o direito dessa parte da população, a falha na execução e na fiscalização causam grandes impactos sobre a vida dessas pessoas.
     Um estudo na Inglaterra mostrou que pessoas dessa classe "minoria" são mais propensas à desenvolverem transtornos psicológicos, devido as dificuldades do dia a dia para se inserir e viver em uma sociedade preconceituosa. Todos os dias mulheres são espancadas, gays são mortos, pessoas negras são humilhadas e, infelizmente, a hostilidade não pára por ai.
      Um estudo qualitativo foi realizado no brasil e teve como objetivo analisar o acesso da população LGBT à saúde pública. Os resultados mostraram que a falta de acolhimento à esses pacientes, a desasistência, o despreparo das equipes de saúde e da gestão para lidar com esse tipo especifico da população, o esteriótipo que já foi enraizado, além de outras questões, faz com que, apesar da necessidade, essa população não se sinta a vontade de procurar por esses serviços públicos de saúde, sendo isso uma questão a ser avaliada.
     É necessário que se invista em ações voltadas para a integração dessa classe "minoria" com capacitações para equipes de saúde com o objetivo de melhorar a assistência á saúde dessa população desfavorecida, em geral;  garantir a execução e fiscalização das políticas públicas voltadas para populações específicas com o auxilio de ouvidorias, por exemplo, e assim, aos poucos conseguir ampliar o olhar para uma parte da população tão desasistida.