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    Na história  da saúde brasileira, a Constituição Federal de 1988, assegura o direito à saúde sem distinção. Por outro lado, há uma deficiência nesse contexto, apresentando impactantes situações de discriminação. Nesse sentido,faz jus apresentar discussão a respeito, da desigualdade social de migrantes e suas consequências, e a falta de acessibilidade médica de minorias sexuais.
      Em primeiro plano, o desenvolvimento de doenças mentais, tem se apresentado nas minorias étnicas, devido aos preconceitos e estresse vividos pelos migrantes de um país para o outro. Dentro desse contexto, a revista " Saúde ", demonstrou também que crianças educadas fora do país de origem, enfrentam barreiras sociais e consequentemente, apresentam certo isolamento com dificuldade de integração, intensificando negativamente na saúde mental.
      Outrossim, a minoria social sofre obstáculos ao acessarem o Sus - Sistema Único de Saúde - Nesse sentindo, é importante ressaltar, que médicos não estão preparados para atender esta população LGBT - Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais - em situações negativas, por exemplo, nos tratamentos medicamentosos e distribuição de preservativos. Evidencia-se, então segundo a Revista Brasileira de Educação Médica, estudantes não são qualificados para melhorar o atendimento dessa população. Ademais, mesmo que o Ministério da Saúde tenha apresentado plataforma digital sobre a Política Nacional de Saúde LGBT, a maioria dos profissionais não acessaram.
        Portanto, as formas de segregação, traz consequências na saúde brasileira. Com isso, cabe as Secretarias de Saúde e às Universidades de Medicina, planejarem palestras sobre doenças sexuais, prevenção e como se relacionar no dia a dia com as doenças mentais, por meio de capacitação online e presencial, obrigatórias, e com provas objetivas e de interpretação de casos clínicos, para que, aprenda-se como comportar-se mediante as circunstâncias desse cenário impactante.