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    É característico do convívio em sociedade uma homogenização de costumes, pensamentos e ideologias, e consequentemente o predomínio de uma maioria, entretanto há também a presença de grupos discordantes, as minorias, que sofrem com a exclusão social. Problemas psicológicos e agressões, estes são os principais danos, decorrentes das diversas formas de exclusão, à saúde das menoridades.
      Primeiramente, de acordo com a psicologia, o ser humano tende a evitar o que ele julga como desconhecido, levando ao afastamento destes. Dito isso, em meio à uma sociedade que preconiza padrões, como a moda, a estética e medidas comportamentais, as parcelas populacionais que fogem destes paradigmas são consideradas como diferentes, e consequentemente vítimas da isenção. Como resultado, abundantes distúrbios psicológicos, como a depressão, a insegurança e problemas para com a socialização, decorrentes da exclusão social, tendem a ser  numerosos em minorias. 
      Além disso, é notório que o a afastamento das menoridades é uma das causas do desrespeito para com elas, assim como por exemplo os índios que sofrem com a violação de forma violenta dos seus territórios, o preconceito para com casais homoafetivos e a discriminação étnica. Posto isso, fica evidente que um grande impacto sobre as minorias é a agressão, seja física, verbal ou emocional, e por mais que o Brasil apresente em sua constituição esses atos como crimes, ainda dispõe de um precário sistema de punição.
      Assim sendo, é indubitável a necessidade do Governo Federal do Brasil  de implementar uma emenda constitucional que coloque como obrigatório na grade escolar uma matéria específica para o respeito às minorias, objetivando por naturalizar no jovem brasileiro a empatia para com diferente. Assim também, é imprescindível, também ao Governo Federal, o investimento no poder judiciário do país, a fim de garantir a execução da lei que protege quem sofre com agressões.