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    Dentro as diversas formas de discriminações sociais e culturais, o racismo e o preconceito contra os LGBT's (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), são uma das causas pela qual  tem afetado a saúde de diversos brasileiros. E em virtude disso, o número de pessoas com depressão, doenças e infecções sexualmente transmissíveis tem crescido nos últimos anos.
       Conforme a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente a depressão afeta aproximadamente 300 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, devido a um sistema de saúde precário seguido de um atendimento discriminatório e opressor, faz com que as pessoas se sintam privadas socialmente, e em consequência disso deixam de usufruir do sistema de saúde pública e privada por não se sentirem aceitas no meio social.
        Apesar dos esforços governamentais na prevenção de DST's e IST, o número de pessoas com doenças infecciosas ainda é grande, segundo a Febrango, cerca de 112 mil brasileiros tem o virus da Aids, mas não sabem, fatos que se comprovam em virtude pela qual muitas pessoas deixam de procurar um médico ou fazer exames preventivos por vergonha ou discriminação por cor, raça ou gênero.
           Visto que a saúde dos brasileiros tem sido afetadas em razão da homofobia e do preconceito, cabe ao Governo Federal e ao Ministério da Saúde trabalharem em prol de um sistema de atendimento, no ramo da saúde pública, onde não haja distinção de cor, raça ou gênero. Por outro lado é dever do Estado criar campanhas publicitárias a fim de prevenir doenças como a depressão e infecções sexualmente transmissíveis, incentivando a visita regular ao hospital para exames preventivos e tratamentos médicos, se necessário.