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    Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde e ao bem-estar social. Conquanto, diversas formas de exclusão causam impactos sobre a saúde dos cidadãos de forma que impossibilita que as minorias desfrutem desse direito universal na prática. Dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
        A educação é objeto principal na desenvolvimento de um país. Hodiernamente, o Brasil ocupa uma significativa posição na economia mundial, seria racional acreditar que o estado possui um sistema de saúde eficiente. Todavia, a realidade é justamente o posto quando se trata de minorias cuja população de baixa renda, negra e/ou de opção sexual não comum a sociedade ''adequada''.
    Faz-se importante, salientar o preconceito que sofrem, as minorias, nos postos de atendimento de saúde dos municípios do país como impulsionador dessa problemática. De acordo com Paulo Freire, filosofo e escritor brasileiro, ''sem educação a sociedade não muda''. Sob tal ótica, enxerga-se que o profissional de saúde, em vários casos, não tem o preparo adequado para atender essa tal parcela da população tornando mais difícil a prevenção e o tratamento de ISTs e DSTs.
       Portanto, medidas são necessárias para solucionar esse problema. A união dos tres poderes; Legislativo, Executivo e Judiciário deve, respectivamente, criar leis, executa-las e assegura-las com o auxílio dos Ministérios da Educação e Saúde por meio programas sociais de respeito as diversidades que visem a inclusão das minorias,acolher todos de maneira igualitária promovendo a equidade do país. A partir dessas ações, espera-se evoluir o bem-estar social do Brasil.