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    O Estado de Bem-estar social, proposto por John Maynard Keynes no século XX, garante a todos os indivíduos o direito à inclusão e saúde de qualidade. Conquanto, no atual Brasil, há diversas formas de exclusão que geram impactos sobre a saúde. Outrossim, a negligência governamental e a falta de conscientização populacional intensificam a problemática. Logo, medidas são necessárias. 
            Primordialmente, é notável que a formação brasileira ocorreu por meio de uma transgressão à minorias, conforme o Sérgio Buarque de Holanda no livro "Raízes do Brasil". Em consequência, minorias como negros, índios e homossexuais são os que mais sentem a desigualdade socioeconômica. Em suma, o acesso à saúde é precário, por conta da negligência governamental com o sistema público, do qual são dependentes. 
           Analogamente, há também os impactos na saúde mental, ocasionados, por exemplo, pelo preconceito direcionado aos homossexuais nos hospitais. Ao parafrasear Karl Marx, filósofo contemporâneo, é possível dizer que há no Brasil uma desigualdade gerada pela falta de conscientização populacional, a qual abala o bem-estar dos excluídos socialmente. Em síntese, a saúde dos brasileiros abrange questões sociais, econômicas e históricas. 
            Infere-se, portanto, que o Governo Federal precisa contratar pessoas especializadas em atender minorias sexuais, por exemplo. Ademais, deve criar campanhas e projetos de inclusão, que ocorram em centros comunitários, com o intuito de ampliar a conscientização populacional. Por intermédio de investimentos governamentais é possível. Assim, alcançar-se-á um real Brasil keynesiano.