Enviada em: 17/02/2018

A vida é constante mutação. As marcas e indústrias são instrumentos a produzir e impor os  modelos a serem absorvidos pelo público. Isso é  a modernidade líquida, a regra é transgredir as leis, os costumes e as tradições. A moda é ficar e curtir o instante, só ele é real, mesmo que seja online. E mancha reputação de pessoas, marcas, organizações, governos.       Vê-se que modernidade é estar conectado. E para isto, deve ser consumidor de aparelhos modernos e alto valor na compra. Temos uma realidade  de pessoas vazias usando eletrônicos sofisticados,os quais, são impostas pela mídia e seu grupo de amigos, onde postam banalidades com fins de obter mais e mais visualizações e uma multidão de seguidores. Tempos de liquidação em mercados, verduras, roupas e eletroeletrônicos são jogados e fazem a fidelização de pessoas medianas sem objetivos. Auto-exibicionismo é  primordial. Foram ao clube, passaram o carnaval em Caldas Novas. E lógico, há fotos escaldantes para provar. Tudo é liquido: valores, ética, educação e principalmente,  o excesso de se expor.         As mudanças são constantes e bruscas em todo os ciclos pós revolução industrial. Contudo, hoje em dia as transformações são em prazos diminutos. E com conexão mundial em rede, é possível acompanhar e visualizar de fatos por todo o globo, as quais, são reproduzidas em locais com povos  e culturas distintas. E podem resultar em agressões  aos direitos humanos por parte dos tiranos no comando de algumas nações.      A globalização impôs uma unificação e domínio cultural. Porém, populações que cultivam os antepassados e a história familiar. Seus costumes com valores tradicionais são passados de uma geração a outra. No Brasil pensam que educar é dever do governo e da educação básica. É preciso conscientizar os pais saberem diferir formação escolar da obrigação do núcleo familiar  de educar e repassar seus valores aos filhos. E esse trabalho pode ser feito por igrejas através da religiosidade do povo brasileiro e pelas ongs atuantes junto aos assentamentos de sem terra e em socorro de pessoas em situações extremas. Conhecer para mudar.