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    Por volta do século XIX, as condições de vida em Navios Negreiros eram bastantes complicadas, não havia higiene ou cuidado algum com estes e devido a isso ocorriam diversas mortes, principalmente de crianças (já que possuem o sistema imunológico mais fraco). Tal situação assemelha-se ao Brasil atual, onde a porcentagem de mortalidade infantil vem aumentando cada vez mais.
          Primordialmente, deve-se fazer um paralelo com os índices de óbito entre crianças no início da década de 1960, onde devido a queda do valor do real, as mortes ocorreram. À alguns anos, o Brasil era exemplo de país com baixo índice de mortalidade nessa idade, porém, segundo o Repórter Brasil, esse número aumentou assustadoramente em 26 anos. Em 2016, 14 em cada 1000 nascidos morriam e dentre as principais causas pode-se citar a epidemia do Zika Vírus e a crise econômica social que afetou e afeta todo o país.
          Outrossim, a precariedade do serviço público hospitalar, pouco ou quase nulo acompanhamento pré-natal, falta de interesse político em criar medidas necessárias para prevenção da mortalidade infantil além da falta de saneamento básico e desnutrição são resultados do crescente óbito de crianças principalmente na população mais carente. Além disso, a População Economicamente Ativa do país irá ter uma diminuição notável, fazendo assim que a economia diminua acentuando ainda mais a crise.
          Em síntese, cabe ao Estado Brasileiro implantar políticas públicas mudando as condições de vida da sociedade (principalmente a mais carente) acabando com a fome, miséria e aumentar o acesso a saneamento básico. O Ministério da Saúde aumentar campanhas de vacinação, incentivar no atendimento constante do pré-natal com as grávidas e juntar-se com a mídia para divulgação. Além disso, os hospitais públicos devem investir na implantação de leitos e médicos capacitados para atender toda a gestação.