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    Há tempos que o esporte no Brasil é uma das atrações principais, porém a violência que não deveria fazer parte desta modalidade caminha lado a lado, seja com os torcedores que não aceitam quando seu time perde ou com os próprios jogadores, que não sabem se conter; infelizmente a brutalidade tomou conta do nosso esporte, seja no campo de futebol, seja em uma quadra de basquete ou qualquer outro tipo de esporte. Não se sabe a causa da violência: que pode ser por ego, arrogância, fanatismo ou a falta de educação.
        Em meados do ano de dois mil e dezoito um clássico entre os times Botafogo e Flamengo na ilha do governador, Rio de Janeiro, se tornou um cenário de violência. O qual dois torcedores foram baleados, vindo um dos torcedores a falecer no hospital e terminou com cinquenta a sessenta torcedores presos. Esses torcedores se é que podemos chamá-los assim, foram liberados após serem ouvidos. 
        Outro caso que marcou o esporte foi  a eliminação de dois times, Santa Marta e desportiva, da primeira divisão do campeonato armador, logo depois de um lance mais duro em campo, e um jogador recusar-se a devolver a  bola, a partir disso começou a pancadaria generalizada entre jogadores e também torcedores, que terminou com vários feridos.
         Torna-se evidente, portanto, que a causa da violência em globa diversos fatores, como a eliminação do time querido, ou através de uma provocação de um adversário e até mesmo de um lance mais firme entre os jogadores. Mas alguns fatores precisar ser posto em prática para tentar amenizar esse tipo de atitude, quer seja em campo ou fora dele. Algumas medidas enérgicas que amenizariam seria a proibição de identificação de torcida organizada,  cadastramento de torcedores e a proibição de torcedor em entrar em qualquer estádio caso envolva-se em briga. É imperioso, nesse sentido uma postura ativa do governo na questão de aplicar lei severas a quem se envolva a qualquer tipo de violência, seja rixa, lesão corporal ou até mesmo homicídio.