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    No esporte brasileiro, os torcedores são fanáticos. Prova disso são os hinos que os espectadores criam para motivar seus atletas, as presenças nos treinos e nos aeroportos etc. Contudo, adversários nas partidas são confundidos como inimigos: são pessoas com gostos diferentes e que vieram competir para conquistar a vitória. A partir disso, cria-se a ideia de o lado oposto roubar a felicidade do seu time. Com esses aspectos, surge as formas de ataque para denegrir a imagem do outro como o vandalismo nos estádios e as agressões verbais como o racismo.
          Segundo o Globo Esporte, programa de televisão, nos anos de 2014 a 2016, somente 3% de todos os delitos cometidos no futebol foram punidos. Com essa informação, deixa-se claro que a falta de punições é fruto da ausência de leis do sistema Judiciário, que impedem com que o público pense antes de cometer atos de violência.
           Na partida do Barcelona Futebol Clube, contra um time catalão no campeonato espanhol, um torcedor do time adversário atirou uma banana no lateral direito Daniel Alves inferindo que ele fosse um macaco.
          Para amenizar as ações de vandalismo e racismo nos estádios, é necessário que, a AGEP (polícia especializada em segurança esportiva) fiscalize e cobre nos ginásios sistemas de câmera, catracas biométricas e cartão de sócio. Assim, essas ferramentas poderão identificar e mostrar o comportamento do torcedor. Cabe aos próprios vigilantes dos estádios fizerem denúncias para as delegacias de polícia punir com multa ou uma pena diante de seus atos.