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    A violência no esporte brasileiro (principalmente o futebol), sem dúvidas, é um reflexo da atual sociedade do país. Mostra um país marcado pela violência e sua presença até hoje nos lares, escolas, trânsito, etc. Assim, também contextualizando sua presença no país. O Brasil segura o recorde em mortes por causa do futebol com ao redor de 11 mortes em até julho apenas do ano de 2017 e com um auge de 30 mortes em 2013.
      Como é demonstrado na política romana do pão e circo (panem et cirsenses, em latim), o esporte deveria servir para distrair a população dos problemas mais sérios da sociedade. Porém, a realidade brasileira difere desta política. A taxa de violência como um todo têm crescido nos últimos anos, incluindo a praticada no esporte que é pesadamente influenciada pelo resto, desta forma sendo uma reflexão da sociedade.
        Associações como as torcidas organizadas, têm, em grande parte sido as recebedoras da maioria da culpa da violência; entre 8 mil brasileiros entrevistados em novembro de 2013, 84,5% as culpam . O poder público e a segurança pública vinham em segundo lugar na pesquisa com 8,4% da culpa. As mortes envolvendo brigas entre torcidas variam nos últimos 26 anos com 101 mortes com 65 por tiros, 13 por espancamento, 82 fora dos estádios, 12 em seus arredores, 7 dentro dos estádios e 23 por outros motivos de acordo com uma pesquisa levantada pelo portal R7.
        Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para que haja a diminuição dessa forma de violência. O aumento da fiscalização na área ao redor e dentro do estádio por meio da Polícia Militar e também a punição para os torcedores envolvidos.