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    Em um levantamento feito pela Pesquisa de Mestrado Universal, o Brasil é pioneiro no índice de mortes relacionadas ao futebol. Essa pesquisa realizada pelo sociólogo Maurício Murad, mostra que a violência no mundo esportivo está sendo recorrente e fatal, uma problemática que tem origem no descaso de clubes esportivos e autoridades governamentais, além de ser um reflexo da sociedade brasileira. 
     É evidente que a falta de organização dos clubes esportivos desde a venda de ingressos até a saída dos torcedores do estádio, pode gerar transtornos. Mesmo com a solicitação de policiais civis averiguando os estádios, a incapacidade da segurança pública é observada em momentos de desentendimentos entre torcidas. Essa dissensão começa na violência verbal, onde torcidas organizadas usam gritos de guerra e comentários ofensivos. Logo, a violência física é observada principalmente fora dos estádios, onde a vigilância é menor. 
     De acordo com o portal brasileiro R7, em 26 anos ocorreram 101 mortes envolvendo brigas de torcida, sendo 82 casos fora dos estádios. Esse levantamento mostra que esses episódios de imoralidade, além de frequentes refletem a violência cotidiana que há na vida dos brasileiros. Com isso, é preciso responsabilizar não só os envolvidos aos atos de vandalismo, mas também os clubes esportivos que eles pertencem. 
     Assim, o esporte que, teoricamente deveria ser um evento livre de atos violentos, tornou-se um ambiente perigoso, onde não há respeito entre os torcedores e o clube. Diante dessa problemática é necessária a ação do Ministério da Justiça, reforçando a segurança em jogos e eventos esportivos, uma vez que a falta de fiscalização causou óbitos cometidos por pessoas imorais. Dessa forma, a sociedade não temerá sofrer psicológica e fisicamente nos estádios esportivos.