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    O esporte incorporou o intuito de entreter a população desde sua utilização da política do Pão e Circo em Roma, aparecendo nas lutas entre os gladiadores no Coliseu. Entretanto, o que seria apenas mais uma diversão popular, acabou se tornando algo mais violento, representando até uma ameaça à segurança dos torcedores que vão aos estádios.
      Com o advento da internet, a simples manifestação do gosto de um sujeito por determinada agremiação já o estigmatiza no meio esportivo. Com isso, o bullying associado a torcedores de determinados times sofreram um aumento grande, tornando a violência e o ódio entre torcedores algo comum.
      Tais atos se tornaram recorrentes até o ponto em que houve, segundo levantamento do R7, 101 mortes em 26 anos (82 delas fora dos estádios). Estes números tornam a revelar que a violência vem crescendo e, aliado a isso, que a segurança fora dos estádios/arenas é incapaz de conter o ânimo briguento dos torcedores (especialmente o de torcidas organizadas).
      Uma vez que as discussões e agressões entre torcidas ocorrem mais frequentemente fora da arena/campo esportivo e são, na maior parte das vezes, protagonizadas por torcidas organizadas, conclui-se que uma das principais causas para a violência é justamente a forte identificação à uma equipe, causando uma rixa entre torcedores rivais sem que eles precisem, necessariamente, se conhecer.
      Dado que o índice de violêcia é crescente, que ele surge em decorrência da afiliação dos torcedores a respectivos times e que ocorre, mais comumente, fora da área destinada à prática esportiva, o governo (Judiciário) deve enviar mais policiais para salvaguardar a saída/entrada dos espectadores, bem como para separar possíveis desavenças, tornando assim, o serviço policial mais abrangente e fazendo com que o ambiente esteja propício ao seu devido objetivo: o entretenimento.