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    Cenas de tumulto, gritaria, sufoco, furto, pisoteamento e agressões físicas e verbais estão cada vez mais comuns nas arquibancadas dos jogos esportivos. Os torcedores perdem a cabeça por ver seu time perdendo para o rival, se descontrolando e causando brigas, e isso é  cada vez  mais comum no Brasil. A necessidade de se mostrar superior para o time rival acaba-se tornando em tragédia e destruindo o ambiente, que antes era de  entretenimento.
      A violência é presente em todas as modalidades esportivas, mas o futebol é o esporte em que ocorrem mais essas cenas, e ela não está presente apenas nos jogos, mas também no cotidiano desses torcedores, quais moram muitas vezes em comunidades, onde é normal cenas de agressões. Um exemplo é a torcida organizada SERPONTE, todos os jogos os torcedores brigam entre si, como uma preparação, caso aconteça uma briga contra o rival, pois é algo comum no cotidiano em que eles vivem, trazendo para o estádio.
      Na cidade de Campinas, no Brasil, é berço de dois grandes rivais Guarani e Ponte-Preta, a rivalidade entre eles passa de ser apenas em campo, pois os torcedores levam para o cotidiano, podendo destruir vidas, como no Derby de 2018 da Ponte-Preta contra Guarani onde dois homens pontepretanos morreram a tiros pelo torcedor bugrino, pois provocaram o torcedor rival pela perda do time.
      No Brasil, portanto, as agressões e empurra-empurras são comuns no ambiente esportivo, por causa do sentimento de perda e humilhação, porém isso acaba estragando o ambiente de diversão de muitas pessoas e destruindo a vida de muitos.