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    A persistência da violência no esporte brasileiro continua trazendo consequências para o público envolvido, além de retrarar a agressividade estruturada na cultura brasileira. De acordo com um levantamento feito pelo R7, nos últimos 26 anos ao menos 101 pessoas morreram em decorrência da violência entre torcidas, motivadas muitas vezes pela intolerância.
       Não é uma surpresa que o Brasil, 9° país mais violento do mundo e que tem uma forte ligação cultural com o futebol, seja palco da maior quantidade de mortes relacionadas a tal esporte; essas brutalidades cometidas, se originam de um chamado "complexo mau", ideias estreitamente ligadas por um forte laço emocional que se comporta de forma destrutiva sob o indivíduo, como a intolerância, tal laço criado pelo torcedor para com o esporte, são motivados pelas emoções, que desempenham um papel vital de proporcionar a energia que motiva a conduta humana, nesses casos a violência. 
      As consequências de tal construção emocional em cima do esporte e suas segregações(times), contabilizam além das mortes, violências físicas e verbais os distúrbios e violências psicológicas, tanto dos agressores como das vítimas, transformando o ambiente de entretenimento perigoso, onde assistir ou ter uma participação ativa nas torcidas esportivas pode acabar sendo letal, desmotivado assim a valorização e participação nos esportes.
       Cabe ao governo legislativo criar leis para uma maior fiscalização e proteção diante dos estágios esportivos, além de uma punição mais rigorosa para situações de violências decorrentes de motivações esportivas.