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    Infelizmente o número de violência no esporte brasileiro tem crescido cada vez mais. Considerando que a violência não é somente física mas também verbal, e que ela não acontece só nos estádios, mas também em bares, ruas, trânsito, internet ou até mesmo dentro de casa.
    Só em 2012 houveram 23 mortes, e logo no ano seguinte foi registrado um número ainda maior e o mais alto até agora que foi de 30 mortos. Segundo o levantamento feito por Maurício Murad, o principal perquisador brasileiro da violência no futebol, em 2017 os confrontos entre torcias - ou entre torcedores e a polícia - haviam matado 9 pessoas. Há muitas mortes causadas por agressões, pisoteamento, tiros, por conta de esportes, onde às vezes as causas são tão simples como a competitividade entre os times, mas há pessoas que levam isso muito a sério, resultando em brigas, em que muitas vezes tomam uma proporção tão grande que os policiais não conseguem a conter. Outra causa é o grande número de arrastões e assaltos, pois por ser um lugar com muitas pessoas acaba sendo um alvo fácil para o crime.
    
    Para amenizar esse problema, pequenas atitudes podem ser tomadas, como por exemplo o cadastramento dos torcedores, tendo assim noção das pessoas que estão presentes no local; treino e preparação dos policiais, pois se as situações citadas anteriormente acontecessem, os policiais iriam conter rapidamente; a proibição de torcidas uniformizadas, diminuindo assim a competitividade excessiva; e incentivar pais e filhos a irem assistir aos jogos, tornando o ambiente mais familiar.
    
    Portanto, uma mudança muito importante é a conscientização de cada um, pois o nosso país sempre teve essa cultura de competitividade excessiva, uma herança que aos poucos deveria ser deixada para trás. Evitando assim empurra-empurra, brigas, mortes, vandalismos; dessa maneira, respeitando os Direitos Humanos.