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    No Brasil a violência contra as mulheres vem apresentando aumentos significativos nos últimos 30 anos. Segundo dados apresentados pelo site de notícia G1 da globo foram 4.473 homicídios dolosos sendo 946 feminicídios, ou seja, casos de mulheres mortas por serem mulheres no ano de 2017, um aumento de 6,5% em relação ao ano de 2016. Nesse contexto podemos perceber que essa problematica é antiga e cada vez mais presente. 
      No nosso país podemos observar a presença de uma herança machista, desde sua descoberta em 1500, as mulheres são tratadas como serviçais dos homens, usadas apenas para reprodução do ser humano. No século atual as mulheres ainda são representadas desta maneira por diversas fontes de notícias. Entre diversos tipos de violência contra a mulher as com maiores índices são a violência física e sexual, na última semana um caso de violência física foi muito compartilhado nas redes sociais. Uma mulheres de 28 anos foi agredida pelo com fios elétricos pelo simples fato de ter chego em casa um pouco mais tarde que o combinado. Marcélia Rocha, irmã da vitima, afirma que não foi a primeira vez que a irmã foi violentada pelo marido e que ela sofria calada como milhares de mulheres. 
      Casos como esses estão cada vez mais comuns em nossa sociedade, e muitos não são relatados por medo da vítima ser exposta ou morta pelo seu agressor.
      Portanto, tendo em vista todos esses acontecimentos diários precisamos tomar medidas urgentes como intensificar o projeto de lei Maria da Penha para aumentar a punição dos agressores e criar um projeto de campanhas que mostrem o quão errado é essa herança machista e o quanto essa herança precisa ser exterminada logo para o melhor convivo entre todos.