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    As manifestações de violência nos estádios brasileiros de futebol já são, infelizmente, bastante conhecidas. 
     Esporte significa saúde, emoção, satisfação, desafio, comunidade, apoio, talento, trajetória, vitória, alegria, irmandade, cidadania, respeito. Mas, quando há violência no esporte, há a negação e anulação de todos estes conceitos.
     O início dos Anos 90 é considerado o período mais violento das torcidas organizadas, foi no ano de 1995 que ocorreu um episódio trágico que marcou a violência entre torcidas, no dia 20 de agosto de 1995, foi em um jogo válido pela final da Super Copa SP de Juniores, entre os clubes São Paulo e Palmeiras, os torcedores após o término do jogo, com a vitória do Palmeiras, entraram em conflito no campo do Estádio do Pacaembu, dentre mais de 100 (cem) feridos, um torcedor são-paulino de 16 anos, foi morto a pauladas por um torcedor palmeirense.
     Em 12 rodadas do campeonato nacional, ocorreram mais de dez episódios graves nos estádios e nos seus arredores, o que é algo preocupante. Na última década, a violência saiu dos estádios e foi para locais mais distantes, estudos mostram que 90% dos episódios nesse período ocorreram entre quatro e 90 quilômetros de distância do local da partida.     As causas da violência no esporte não se sabe. Pode ser ego, falta de confiança ou imbecilidade, nunca será possível saber, porém é bem claro que a impunidade é um fator determinante para a continuidade deste quadro. 
     Hoje, as autoridades evitam elaborar qualquer nova lei, mas, para controlar a violência no esporte, era necessário que fôssemos protegidos por leis e penas mais rigorosas. 
     Medidas maiores tem que ser tomadas, afinal os casos de violência no Brasil já vem de anos atrás e está aumentando drasticamente cada vez mais em cada jogo.